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Mostrando postagens de Maio, 2010

Lá vamos nós de novo...

(Mais um chá de cadeira. Só depende de você)

Foi exatamente isso que pensei quando soube que Demi Lovato vinha para o Brasil. Lá vamos nós de novo. Mas foi uma afirmação animada, de felicidade. E realmente, o meu dia foi MUITO feliz. A alegria durou toda a espera pelo grande dia (com vários pequenos dramas no meio do caminho, que não é necessário citar) e só aumentou no dia antes do show. Mais especificamente na noite antes do show.

Fui dormir na casa de minha amiga Aliane, e o João também foi e tudo se passou muito rápido. Quando percebi, estava no carro a caminho de São Paulo. E, de novo, quando percebi estava em uma esquina na fila para o show (que se estendeu por todo o quarteirão). Foi uma tarde muito feliz, com meus amigos, me diverti muito e VI A VAN DA DEMI. É. Também morri nessa hora.

Enfim, porque estou contando tudo isso? Quero registrar meu momento, quero contar como foi, e quero criticar as pessoas mal educadas do planeta.

Do nada, todo mundo saiu correndo. E nós corremos…

Distâncias

Distância. Como será que é amar a distância? E não me refiro apenas a amor romântico, mas também outros amores. Amor de amigo, de irmão, de fã. Já experimentei todos. E todos a distância.

Imagine, nesta foto, que o garoto está em um computador, e ela em outro. Eles conversam e eles se amam, como amigos, apenas. Ou como algo a mais, talvez. Mas, quem disse que a distância física interfere em seu relacionamento e em seus sentimentos?

Agora, imagine que este garoto toque violão em muitos lugares. E que a garota nem sempre possa estar ali com ele. Ela é uma fã. E eu acho esse (junto com o amor animal, devo dizer) o amor mais bonito. Um fã ama incondicionalmente e não pede nada, apenas a existência de seu ídolo já o torna uma pessoa feliz. A existência do ídolo o torna completo. É um amor pleno.

Mas, e se aquilo fosse uma garota apaixonada? Ela nunca falou com ele. Mas ela sabe que ele está ali, todas as tardes, tocando em seu violão, olhando o mar. Ela não sabe o nome dele, apenas sua be…

Brisar

Eu estava a um tempão sem vir aqui. Então resolvi dar as caras... OI :D

Sabe o que é? É que não tive nenhuma aventura ou experiência de vida emocionante esses dias.

Então não tive idéias.

Mas agora eu ainda não sei o que vou falar, então vou ficar escrevendo qualquer coisa e você é um bobão (ou bobona) que está lendo isso aqui.

Mas não te culpo, de forma alguma. Eu também leria. Afinal a brisa dos outros sempre aumenta a sua brisa. E brisar é bom as vezes, sabe? Porque faz com que você fique um pouco focado em nada, ou seja, é relaxante.

Brisar, caso você AINDA não saiba (daí eu suponho que você não é adolescente e nem convive com um) é "viajar na maionese", sabe?

Na minha família falamos também "andresar". Porque meu primo André brisa MUITO.

Já percebeu quantos nomes temos pra uma ação que na verdade não é ação nenhuma? Porque, veja bem, ficar parado olhando o NADA com a cara de bobo, é meio... inútil.

O pior é quando você olha e vê a pessoa comendo alguma coisa que estej…

Esteriótipos

Sabe quando você olha ao seu redor e vê pessoas com aparência que nunca imaginou que veria na vida? Ou quando você olha e vê que você é a única pessoa que está ali, parada, enquanto todos estão reunidos em um outro lugar que provavelmente deve ser bem melhor.

Esse fim de semana foi assim.

Sexta-feira, 5h da tarde, todos à caminho do Gonzaga, um bairro com muitas lojas, três shoppings, dois cinemas e onde todos vão quando querem sair. É. Só que quando eu e meus quatro amigos queridos chegamos lá, descobrimos algo surpreendente: apenas NÓS estávamos lá. Todos os adolescentes da cidade provavelmente estavam em casa se arrumando para ir para o show do tal "Restart". Nada contra todo mundo gostar disso, só que eu não gosto. Nem meus amigos.

E eu conheço pessoas que não estavam no Gonzaga e nem no show. Porque não gostam do Restart. Tá. Então os meus amigos que não gostam ficaram e casa, e os desconhecidos no show. Pelo menos eu acho isso... Porque todo mundo falava daquele show.

Dai …

Chá de cadeira

Se não quer tomar um, não leia. Eu falei pacas kk
Já ouviu essa expressão, chá de cadeira? É quando você fica muito tempo sentado esperando alguma coisa. Pois é. Ontem experimentei as delícias (ou não) de um chá de cadeira.
Guarda isso na cabeçinha. Arquivou? Beleza, vamos continuar.
Sabe quando você assiste aquele filme ou série de médico (tipo House, haha, amo) e você pensa "cara, como será que é trabalhar aí?!". Não digo na série filme, digo no hospital. Eu já pensei muito isso. Seria bem legal experimentar um corre-corre de hospital, ver como é um corpo humano DE VERDADE, sem esquemas em livros, ver médicos, ter os conhecimentos de médicos... seria tudo! Mas medicina não é pra mim, sabe, é tenso ter a vida de uma pessoa nas suas mãos. Muita responsabilidade.
Agora, lembra do que você tinha arquivado, do chá de cadeira? Não lembra? Ok, lê o começo do post de novo pra lembrar. Lembrou? Ok, então vem comigo.
Ontem fui com minha mãe para o hospital porque ela não se sentia …

Reativando!

É isso aí, resolvi colocar ordem nesse troço. Eu abandonei total, mas agora vou reativar com novos objetivos. Eu vou publicar mais isso aqui, que vai ser um lugar pra colocar tudo o que me vier na cabeça (sendo útil ou não) e, ao mesmo tempo, divertir você que está lendo.

É, você mesmo...
O que você quer ler? Hen?

Me conte em "Comentários" ou "Comentar" ou sei lá como é que eu coloquei.


Ah, e eu, Underdog, permanecerei "Anônima". É, o twitter ali é só a pessoa por trás de Underdog. Você vai entender com o tempo que Underdog é um pseudônimo, uma personagem, o que você quiser.

Para quem não sabe, Underdog é um termo em inglês que eles costumam usar como "vira-lata", quando se referem a cachorros. Claro, não sou um cachorro (ou será que sou?). No caso, significa "por fora", "excluído", "marginal". Não digo marginal de "Marginal Tietê", nem marginal de bandido. É marginal de "à margem da sociedade", com…