Pular para o conteúdo principal

Trailer e Preparação

Não estou aqui para fazer um texto deprimido de despedida de Harry Potter. Não estou aqui para chorar as pitangas. Mesmo com aquelas ceninhas que só quem já leu sabe o que são e que nos fazem chorar, eu não farei isso.

Vou fazer um comunicado.

Porque, quem for comigo na pré-estréia, tem que saber disso. Para que consigam me ajudar a sobreviver depois. Porque se com a primeira parte já sofri tanto, imagina a segunda?

Então, vamos lá.

Se quando aparecer o símbolo da Warner, com todos gritando, e alguém começar a chorar copiosamente, não se assustem. Sou eu. Se durante o filme, você ouvir muitos soluços, sou eu também.

Peço para que me dêem uns calmantes, porque eu prefiro chorar doida de calmantes do que chorar doida de desespero. E levem lencinhos também.

E, no fim de tudo, me abracem. Me deixem chorar tudo e mais um pouco. Não digam nada, só me deixem lá. Dai, depois que eu me acalmar, podemos ir embora.

E o que virá depois disso? Não sei. Nenhum de nós sabe. Mas vale a pena seguir em frente e descobrir. Porque a vida é feita de aventuras, como eles bem nos ensinaram.

Comentários

  1. Oi
    seguindo

    http://iasmincruz.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  2. Não ligo para Harry Potter! Admiro o talento da blogueira! Fez com que eu lesse interessado algo sobre Harry Potter!

    ResponderExcluir
  3. Letícia Wilhelm15/05/2011 23:32

    Como assim NÃO LIGA para Harry Potter? =OOOOOOOOOOOOOO

    10 mil mols de ¬¬ para você, Flávio!


    Maaas, pelo menos eu mantive seu interesse :)

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Obrigada pela visita! Deixe um comentário e compartilhe com os amigos!

Postagens mais visitadas

Peões

Hoje, somos peões.

Na grande batalha da humanidade por um passo a mais, um nível a mais em direção à utopia que imaginamos, nós somos os peões.

Há sangue. Há dor.

Há a busca pela aceitação. Somos um. Um grande pequeno pedaço de um enorme universo. Isso é lindo. Isso é esquecido. Enterrado abaixo de muita sujeira e palavras de dor, de culpa, de ódio.

Há busca pela verdade. Porque mentem e enganam, ou porque muitos se intitulam proprietários das respostas para tudo e aqueles que creem nessas respostas lutam cegamente por elas. Ou mentem e enganam e tiram dos outros tudo aquilo que têm.

Busca-se dignidade. Busca-se justiça. Busca-se orientação.

Há a destruição de tudo o que se vê. Tudo o que existe em perfeito equilíbrio na grande engrenagem da vida... desequilibrada, e não há remorso por isso. Há morte, há destruição e não há quem veja que destruir o meio é destruir a si.

Destruir o próximo é destruir a si.

Uma palavra de ódio. Um galho arrancado. Uma liturgia mal pregada. Um lí…

Então... Um Rosto na Multidão

Eu quero lutar. Você não vai me ver parar. Porque eu sei que o mundo precisa de mudanças e elas precisam começar de algum lugar, mesmo que seja por causas menores (ainda que não existam causas menores). Você não vai me ver desistir, você me verá batalhando.
Posso ser apenas mais um rosto na multidão, mas é exatamente isso que quero ser, porque é isso que uma multidão é: um monte de rostos, bravos, querendo algo mais. Então, venha ser mais um rosto na multidão ativista, e não na passiva. Seja mais uma voz gritando seus direitos.
Não é possível que você não se incomode. Mesmo que sua vida esteja boa, assim como a minha, que você possa estudar, ter seu emprego, ter sua comida, comprar suas coisas (não tudo o que você quer, mas uma coisa ou outra), não é possível que você olhe para o mundo em sua tv ou computador que você lutou para comprar e não sinta nada ao ver... ver como há pessoas que não tem comida e água e que estão doentes, ver pessoas na seca do sertão com o gado morrendo e cria…

A História de Tudo

Havia uma rua, com árvores, e alguém a atravessava. Tudo ali era um pedaço de Universo.
Um pedaço da vasta história de tudo.
A pessoa que a atravessava. O chão. As árvores. O vento que soprava.

Cada átomo e molécula uma combinação de combinações em uma grande e infinita caixa de peças de montar. Encaixe como queira. Pegue um pouco de estrelas, um pouco de dente de sabre, um pouco de cometas, um teco de folhas de hortelã. Ali vai uma bicicleta.

Cada canto para o qual olhava, via uma infinidade de possibilidades.
Não viu aquela galáxia, velha conhecida, colidindo consigo.
No chão, riram. Ondas se propagando por todo o espaço. Ergueram-se. Sorriram.

Era nébula. Nefertiti. Pétalas de rosa e gotas de mar do pacífico.
Era asteroides. César. Marfim e casca de salgueiro.
A vastidão da amazônia na imponência de Júpiter, olho no olho.

O Universo. É. Simplesmente. Desde quando começou a ser. Sem mais, sem menos. Apenas reorganizando-se como uma lista de pensamentos, uma sucessão de pastas. Combinando-se…