15 novembro 2012

Dia Três: Walmart e Downtown Disney

Dia 15... de Setembro, sábado.

A dois meses atrás, na hora que estou escrevendo isso, contando o fuso-horário, eu estava me arrumando, ou tomando café ou pegando o táxi. Alguma coisa assim.

Nosso café da manhã nesse dia foi o resto da pizza da noite anterior. Estive refletindo sobre o assunto e, sim, nós jantamos uma pizza enorme e linda e sobrou mais um monte para o café da manhã (e foi o que comi). A pizza americana não é tão boa quanto a nossa, mas também não é ruim. É aceitável, digamos assim. Apesar de que em certo ponto da viagem eu já não aguentava mais olhar pra dita cuja.

Só que eu adoraria olhá-la agora, afinal, significaria que estou lá, entende? Ok, prometo que parei.

A parte de trás do Hotel. Aquele toldo verde é o bar.
Enfim, pegamos um táxi na porta do hotel. Vou falar um pouco do hotel, já que não tem muito o que ficar falando do Walmart. Tinha uma sala "Arcade", mas acabamos nem entrando nela porque não deu tempo, no mesmo corredor que (uma das) a entrada do "restaurante" e também a loja (uma miniatura de lojas Disney, só que também vendia coisas de farmácia, bebidas e pacotes gigantes de salgadinhos-tanqueira, tipo Doritos). A entrada do Arcade ficava mais para perto da entrada/saída dos fundos do prédio principal; esse prédio principal é o que tinha essas coisas todas e o lobby para fazer check-in. São três entradas: a principal que dá no lobby (ele tem uma tv de led passando Disney Channel e poltronas de cinema para você assistir, é muito legal!), a secundária que seria a dos pontos de ônibus (uma porta você sai dentro da loja e a outra no corredor, mas de cara com a loja ali do seu lado) e a última, que é a da área da piscina (ou seja, a que ou você entra direto na área de alimentação ou entra no corredor de cara com o Arcade).

Se eu disser que sinto o cheiro da pizza, vocês vão me chamar de louca? Vão né? Ok...



Enfim, tudo tinha um ar-condicionado absolutamente potente, o que era ótimo (e ruim, porque era um choque térmico bonito). Havia um bar ali perto da piscina e minha tia não foi nele também, mas nós vimos um povo que tava lá toda hora... Aliás, a piscina (como eu arranjo uma palavra sinônima dela para parar de repetir a mesma coisa? Sei lá, grande-buraco-no-chão-cheio-de-água-com-cloro-usado-para-nadar?) era enorme e além das programações do estilo "vamos dançar YMCA todos juntos" possuía um lindo Mickey feiticeiro no topo de uma pedra, que esguichava água como se fosse a mágica dele, tudo emoldurado por uma estrutura com cortinas (de mentira) como se a piscina fosse um grande palco.

Aquilo é a Disney, é óbvio que ia ser perfeitamente caprichoso assim.

Enfim, fomos ao Walmart. Chegando lá compramos na máquina de refrigerante uma garrafa de Sprite, isso pra mim foi muito feliz (além de ser absurdo como na máquina do hotel era muito mais caro), e depois entramos mais uma vez naquela enormidade. Dessa vez rodamos tudo, menos a parte de comida porque realmente não havia necessidade. Enchemos o carrinho e esvaziamos os bolsos, se é que me entendem. Nossa intenção inicial era ir lá, ver o que faltava e depois ir para algum outro lugar de compras, mas como estávamos de táxi e carregadas, não ia rolar carregar tudo aquilo e gastar uma nota preta. Além disso, já era o meio da tarde quando terminamos.


Decidir se almoçaríamos no Subway ou pegaríamos uma comida do Walmart (tipo, lá vendia pratos de comida meio que por quilo - só que eles não usam quilo) foi até que fácil: não podia entrar com carrinho na parte do Subway. Então compramos salada de macarrão (sim, de novo, mas essa tinha maionese então era salada de macarrão mesmo), duas. Foi meio lambonice, sobrou um pouco depois. Pegamos um táxi (lógico) pra ir pro hotel (eu ia falar casa). Esse táxi que pegamos foi importante, porque era o Franklin que virou nosso motorista para todos os lugares que fomos a partir daquele momento que não fosse um parque da Disney (porque nesses podíamos usar o ônibus da Disney). Além disso, ele me fez perceber como sou uma negação em espanhol: o cara era de Porto Rico e minha tia e ele só falavam em espanhol; comigo, ele falava em inglês porque eu tinha problemas e não conseguia nem embromar um portunhol. Pois é.

Enfim, chegando no hotel eu tirei foto de nossas compras (não vou narrar tudo o que compramos, foi coisa demais mesmo) e do nosso bonito almoço. E almoçamos falando no Skype com a família, porque agora eu tinha um carregador de iPod!

Depois, fomos para Downtown Disney.


Eu pirei MUITO quando desci do ônibus e fui entrando no Market Place tocando clássicos Disney (naquele momento acho que peguei "Just Arround The Riverbend" ou "When You Wish Upon a Star", ou as duas uma terminando e outra acabando...) e avistando os círculos no chão que espirram água e que as crianças adoram brincar... Você, leitor, tem noção de que minha infância foi imaginando eu brincando naquilo? Lógico que não fui brincar lá, porque né, eu marmanjona lá sozinha... iriam pensar que tenho problemas.

Enfim, logo ali de cara tinha a loja do Natal, uma coisa maravilhosa; minha comemoração favorita, o ano inteiro ela está lá. Isso sem contar que fiquei sonhando com o dia em que serei rica e poderei ter uma casa decorada toda com enfeites natalinos da Disney (aí minha tia diz: "mas no transporte pode quebrar, eles jogam as malas pra lá e pra cá" e eu respondo: "minha querida, eu falei que vou ser rica... as coisas serão transportadas em meu jatinho!"). O que achei mais magnífico era um de pendurar em árvore do Wall-e e da Eva, a coisa mais linda.

Eu tinha ataques repetitivos com a beleza das lojas e do que elas vendiam, bem como com as músicas que tocavam dentro delas e na rua também. Quando ouvi o Elton cantando as músicas do Rei Leão, então? Porque, veja bem, e a junção de duas coisas que adoro, compreende?

A Once Upon a Toy é ABSURDAMENTE perfeita. Já começa bem com toda aquela área de cabeça-de-batata... e ela continua assim, com brinquedos e mais brinquedos que eu adoraria ter (não, eu não vou colocar o "tido", eu ainda os quero).

O problema dessa primeira vez que fomos em Downtown é que anoiteceu logo, então tiramos poucas fotos, e era sábado à noite, então a galera foi em massa para lá. Resultado: mal conseguimos andar. A Lego estava um absurdo de cheia, assim como a World of Disney. Fomos mais umas trocentas vezes lá pra conseguir ver as coisas decentemente (tinha uma escultura de lego que só percebi que existia na nossa última ida, assim como algumas lojas do market place que nem havíamos descoberto... me odeio até hoje porque não entrei na rainflorest, porque pensei que era um restaurante e minha tia que ficou no Brasil não me contou que era LÁ que tinha a vovó Willow... triste, tristíssimo).

Não consegui, em nenhum dia, ver o Planet Hollywood. Muito cheio sempre.

Naquela noite eu filmei bem a vida noturna, mesmo porque ela estava extremamente agitada. Também foi lindo em um dos bares, na parte do West Side, uma moça estava fazendo música ao vivo e cantou Rocket Man do Elton John. São tantas emoções...


O Jack amaldiçoado, ficava em uma das entradas do
World of Disney, mas não era o portal exatamente, era
um cenário logo que você entrava na loja.
Enfim, na World of Disney eu fiz dezenas de filmagens do teto. Sim, meus caros, do teto. A loja era tão gigante que tinha três entradas principais e era dividida em várias lojinhas temáticas e cada uma tinha um caixa, todas eram a mesma coisa e todas eram abertas uma para a outra. Eram como várias salas. Havia uma, cujo teto tinha bonecos maravilhosos do Peter Pan, a Pocahontas em sua canoa, o Aladin no tapete mágico, e assim vai. Tinha uma parte só de artigos para casa, uma só de brinquedos de filmes Disney como Piratas do Caribe e também do Star Wars (que agora meio que é um filme Disney) e do Indiana Jones por causa dos brinquedos; outra parte era dos vilões e vendia jóias; uma parte com globos e caixinhas de música e pequenas esculturas, todas de desenhos Disney, tinha pintados no teto todos os personagens mágicos (Merlin, Gênio, Fada Azul, as Três Boas Fadas - Flora, Fauna e Primavera -, a Fada Madrinha, a Sininho e acho que tinha o Mickey feiticeiro, não tenho certeza); havia uma sessão das princesas e as menininhas e mães corujas dominavam ali... mesmo porque, era ali que vendiam as fantasias mais lindas de todas as princesas Disney; havia a parte de roupas temáticas e outra de doces... e assim ia indo. Para ver tudo ali você precisa de muitas horas e quase ninguém na loja.

Logicamente começamos a ficar exaustas e resolvemos ir para o hotel. Acho que nessa noite eu jantei pretzel em Downtown e não me lembro de ter comido alguma outra coisa, mas se comemos provavelmente foi pizza... Tá vendo porque enjoei?

Fui dormir, logicamente, feliz da vida... e ansiosa pelo Magic Kingdom.

Bônus: Enfeite do Wall-e e da Eva
Eu poderia colocar mais um monte de fotos de Downtown Disney, mas aí não terá para os outros dias... Além disso, nesse dia eu não tirei muita foto mesmo, eu só filmei e não quero tirar print da filmagem agora para ilustrar os tetos para vocês... Usem a imaginação.

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6 comentários:

  1. Fiquei imaginando seu portunhol ! hahahha'

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  2. Oi Letícia,vou para a Disney em agosto e Nao vou alugar carro,teria como vc ,se tiver,dar o telefone do Franklin,taxista?

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    1. Claro, Anônimo, só se identifique por favor pra eu "saber que você não é um robô" KKKKKKKKK :D

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  3. Oi Leticia! Amei seu relato. Eu tb queria o telefone do Franklin taxista, poderia me enviar por e-mail?

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    1. Olá, Jairo, fico feliz que tenha gostado. Infelizmente, não encontro mais o telefone do Franklin. Sinto muito :/

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