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Mostrando postagens de Maio, 2013

Ser a Mensagem

Um livro que me define? É difícil de escolher, mas o que me veio à cabeça primeiro foi "Eu Sou o Mensageiro", de Markus Zusak. Como um taxista de 19 anos perdedor pode ser parecido comigo (além do fato de ter minha idade)? Bom, Ed descobriu por meio de cartas de baralho o que era viver de verdade... Eu descobri por meio da minha escrita. Ele ajuda pessoas e vê beleza em coisas como um pé descalço ou um sorvete. Ele sabe que um jogo de luzes natalinas novas é o bastante para iluminar muito mais do que uma casa e que tênis inexistentes podem fazer uma corredora ser bem mais ágil. Ed me mostrou como as pessoas são bonitas pelo que são, e que mesmo sendo um perdedor, invisível para o mundo, você pode fazer a diferença com pequenos atos. Isso é o que creio, o que sonho, o que sinto dentro de mim desde quando era criança e decidi ser escritora e "protetora da natureza". Percebi que sou como Ed Kennedy e que prefiro correr atrás do sol a esperar que ele venha incidir sobr…

Da Escrita

O sol amanhece rapidamente enquanto sento-me aqui e tomo uma boa caneca de café. Faz um bom tempo que não o vejo amanhecer assim, fadado a compromissos educacionais. Talvez desde quando terminei a escola. Senti falta de estudar de manhã, ao mesmo tempo que a sensação de querer voltar para minha macia cama continua.
O mais triste é querer aproveitar, já que estou de pé tão cedo, e escrever todo um universo próprio, mas não poder. O que devo escrever não é nada muito prazeroso. Então resolvi que vou transformá-lo: a cada palavra teórica, uma palavra de sonho. A cada parágrafo de trabalho, um de vida. Para cada página de tortura, uma de alívio. 
Escrever é uma tortura: a vontade que vem de não sei onde e te empurra para o papel, entrega uma caneta e observa enquanto você, atônito, rabisca qualquer coisa...
Não é isso. Risca. Recomeça. Ainda não está bom. E a lenga-lenga toda persiste. Até que sai, tudo sai, e olhar para o papel é como olhar para o mais belo espécime de todos, quase um m…

Uma Crônica Para Você

Uma mesa cheia de mães e filhos almoçando juntos, felizes. E há um clima de amor e gratidão. Qual será o melhor presente para sua mãe?

Eu não tenho muito dinheiro, sabe? Mas, se eu tivesse, provavelmente compraria uma linda casa para vivermos como nesta tarde, todos os dias. Não sou escultora, minhas habilidades artesanais não andam em alta... tampouco musicista para compor uma canção... então, sei que não parece muita coisa, mas o melhor que posso fazer é dedicar uma crônica à você, mãe... mães, porque tenho várias.

Eu sentei em meu quarto, escondida, refletindo para escrever isto... algumas frases foram um pouco difíceis de vir à tona, mas a vista da janela... o sol brilhando sobre o mar, a areia e o verde do jardim, os pássaros cantando... foram gentis para minha criação e acho que são pessoas como vocês que fazem tudo isso mais belo.

É você também que lê minhas histórias, observa a cor dos meus olhos (como nesta manhã), e aguenta meus vários ataques de conversas malucas ou doidic…