A Magia de Fuller House


Lembra daquela série do fim dos anos 80, começo dos 90, com as gêmeas Olsen bem nenês, sobre três caras criando três meninas? Sim, Três é Demais (Full House)! Bom, lançaram pelo Netflix uma nova série de 30 anos mais tarde, Fuller House (seria um "casa mais cheia", porem é uma brincadeira também com o sobrenome da galera). E eu acabei de maratonar tudo e estou pronta para contar para vocês!

Primeiro, vamos ao princípio para quem não sabe do que estou falando: Full House (ou Três é Demais) conta a história de Danny, recentemente viúvo, recebendo o amigo Joey e o cunhado Jesse para morar em sua casa e ajudar a cuidar de suas três filhas, D.J., Steph e Michelle. Casa cheia, dois perdidos em como cuidar de crianças, a história vai se desenrolando sobre da vida da família, seus desafios e momentos cômicos. As gêmeas interpretavam a bebê/criança Michelle. As crianças foram crescendo durante a série, que fez muito sucesso na época e foi encerrada em 1995. Eu adorava assistir com minha mãe quando era pequena.

Bom, anos depois, todos sabemos como começou essa onda nostálgica dos revivals, e a Netflix resolveu nos abençoar com Fuller House. A história é a seguinte: D.J. casou-se com Tommy Fuller, um bombeiro, e teve três meninos (Jackson, Max e Tommy Jr.). Porém, ficou viúva. A série começa com Danny, Joey e Jesse mudando-se da famosa casa e deixando D.J. com os meninos. Logicamente ela começa a surtar com toda a pressão. Então Steph decide se mudar para ajuda-la e Kimmmy, sua amiga de infância e vizinha (ela está na série antiga, desde a primeira temporada), que está em meio a um divórcio, resolve ajudar D.J. também e se muda com sua filha Ramona, da idade de Jackson. Está feita a casa Fuller-Tanner-Gibbler. A Fuller House.


A série é uma delícia de ver, tendo assistido a clássica ou não. Se assistir sem ver a clássica, irá querer assisti-la quando terminar. Se você já é mais das antigas, irá ter grandes momentos nostálgicos: os personagens são interpretados pelos mesmos atores da série antiga e, além deles, vários outros aparecem regularmente como Becky e Steve. São muitas emoções!

Você pode estar se perguntando onde estão as gêmeas Olsen e Michelle: elas não quiseram participar da série, alegando não se sentirem confortáveis para atuar e uma agenda ocupada. Na história, Michelle está ocupada em Nova York com sua linha de roupas (ou algo assim). Há cenas em que eles mandam um recado para elas, mais ou menos, convidando-as para o programa.

Enfim, a série mantem a pegada da antiga: um completo alívio, leveza e divertimento para quando você quer ver algo fofo e descansar a cabeça. É aquelas séries do coração, de guardar no bolsinho para dar uma apertada de fofura de vez em quando. A galera das antigas está maravilhosa, claramente. E a cara deles não mudou, sensacional. Especialmente as meninas que vimos crescer (acho que essa é a parte mais gostosa: ver as crianças crescendo). Sobre o elenco novo, destaco o Max interpretado por Elias Harger, que começou bem novinho e brilhante.

Se você procura algo família para aquecer o coração e dar umas risadas, Full(er) House é a maior indicada. Não importa a ordem que você assistir, a magia Tanner vai te conquistar!

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