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Letícia Wilhelm

Letícia M. da Quinta Barbuy Wilhelm é formada em Letras português/inglês e cursa pós-graduação em Literatura e Língua Inglesa. Professora de inglês há alguns anos. Escritora desde que se conhece por gente. É de Santos, São Paulo, onde morou a vida inteira. Adoradora de línguas, fala inglês fluentemente (não diga!) e arrisca meia dúzia de coisas em francês e italiano, mas acredita estar só começando. Amante da natureza, do tipo que os amigos devem chamar de abraçadora de árvores pelas costas ou na cara mesmo. Dentre uma diversidade de hobbies finge que toca violão, visita karaokês ocasionalmente e finge que canta, adora jogos de tabuleiro e andar de bicicleta. Viciada em livros, séries e filmes. Excelente omeleteira, seus dotes culinários devem parar por aí. 

Gostaria de rodar o mundo e, mais ainda, criar um próprio para que outros possam visita-lo. Curte observar as pequenas coisas da vida e às vezes contá-las em histórias. Gosta de café e chocolate, de ver a chuva caindo e das tardes laranjas de outono.

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Era nébula. Nefertiti. Pétalas de rosa e gotas de mar do pacífico.
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Dia Três: Walmart e Downtown Disney

Dia 15... de Setembro, sábado.

A dois meses atrás, na hora que estou escrevendo isso, contando o fuso-horário, eu estava me arrumando, ou tomando café ou pegando o táxi. Alguma coisa assim.

Nosso café da manhã nesse dia foi o resto da pizza da noite anterior. Estive refletindo sobre o assunto e, sim, nós jantamos uma pizza enorme e linda e sobrou mais um monte para o café da manhã (e foi o que comi). A pizza americana não é tão boa quanto a nossa, mas também não é ruim. É aceitável, digamos assim. Apesar de que em certo ponto da viagem eu já não aguentava mais olhar pra dita cuja.

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Chá de cadeira

Se não quer tomar um, não leia. Eu falei pacas kk
Já ouviu essa expressão, chá de cadeira? É quando você fica muito tempo sentado esperando alguma coisa. Pois é. Ontem experimentei as delícias (ou não) de um chá de cadeira.
Guarda isso na cabeçinha. Arquivou? Beleza, vamos continuar.
Sabe quando você assiste aquele filme ou série de médico (tipo House, haha, amo) e você pensa "cara, como será que é trabalhar aí?!". Não digo na série filme, digo no hospital. Eu já pensei muito isso. Seria bem legal experimentar um corre-corre de hospital, ver como é um corpo humano DE VERDADE, sem esquemas em livros, ver médicos, ter os conhecimentos de médicos... seria tudo! Mas medicina não é pra mim, sabe, é tenso ter a vida de uma pessoa nas suas mãos. Muita responsabilidade.
Agora, lembra do que você tinha arquivado, do chá de cadeira? Não lembra? Ok, lê o começo do post de novo pra lembrar. Lembrou? Ok, então vem comigo.
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